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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 2 anos
Por força das circunstâncias, eu já tenho atuado dessa forma há dois anos. Meu escritório físico, no entanto, continua lá e confesso que cada dia menos preciso ir lá. Porém, a clientela ainda precisa de um tempo para se acostumar com isso e muitos ainda só se sentem realmente a vontade e amparados cara a cara com seu advogado dentro do ambiente físico de um escritório convencional. Por essa razão, hoje ainda é preciso se render a um período de transição. Com o envelhecimento da população, em breve o perfil dos clientes já serão majoritariamente de pessoas que cresceram à vontade com o universo on line. E até irão preferir advogados práticos e modernos. Mas esse perfil ainda está longe de ser a maioria da clientela de qualquer carteira. Portanto, embora eu ame tudo isso, prefiro seguir no meu plano híbrido por alguns anos ainda. Mas enfim, o futuro é isso aí mesmo. Até a advocacia corporativa no futuro terá um escritório base para organização empresarial e contábil do escritório, porém, funcionarão em espaços reduzidos pois até mesmo seus sócios e associados irão trabalhar nesse modelo proposto pelo artigo. Talvez tenham uma recepção, os escritórios administrativos e uma ou duas salas de reuniões e até mesmo de convenções (em casos de escritórios bem maiores). Mas a necessidade de cada advogado ter sua salinha individual ali? Isso vai sumir com o tempo. Porém, as mudanças são mais lentas que gostaríamos, então sugiro cautela antes de apostar todas as fichas nesse modelo. Ainda é vantajoso participar com colegas de um espaço físico compartilhado para atender pessoalmente os clientes mais tradicionais, que ainda são, infelizmente, uma maioria esmagadora.
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